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Atividade física e o envelhecimento

  • rodriguesrosani201
  • 22 de abr. de 2021
  • 2 min de leitura

O envelhecimento é um processo dinâmico, progressivo e fisiológico, acompanhado por modificações morfológicas e funcionais, assim como modificações bioquímicas e psicológi­cas, resultando na diminuição da reserva funcional dos órgãos e aparelhos (SCALZO et al., 2007)

Com o avanço da idade cronológica, as pessoas tornam-se menos ativas, diminuindo a prática da atividade física, que conseqüentemente, facilita a aparição de doenças crônicas, que contribuem para deteriorar ainda mais o processo de envelhecimento (MATSUDO et al., 2000).

A alimentação é fator importante para a saúde e qualidade de vida do indivíduo. Um padrão alimentar equilibrado proporciona melhor condição de saúde e contribuem diretamente na prevenção e controle das principais doenças.

O sedentarismo combinado a outros fatores de risco contribui para a ocorrência de um conjunto de doenças crônicas, como: diabetes, osteoporose, câncer de cólon, de pulmão e de próstata e, sobretudo, doenças cardiovasculares (EYLER, 2003).

A prática de atividades físicas regulares promove melhoria das funções orgânicas e garante a manutenção da capacidade funcional e principalmente, a prevenção de doenças hipocinéticas (toda alteração que atinge a saúde humana por meio de hábitos inapropriados, principalmente ao que tange o sedentarismo)

relacionadas ao sedentarismo (NIEMAN, 1999).

Atualmente o exercício físico é aceito como agente preventivo e terapêutico de diversas enfermidades (KRINSKI et al., 2006). De acordo com Chaimowicz (1997), a prática regular de atividade física, mesmo se iniciada após os 65 anos de idade, contribui para uma maior longevidade e melhora da capacidade fisiológica.

A prática regular de exercícios físicos é uma estratégia preventiva primária, atrativa e eficaz, para manter e melhorar o estado de saúde física e psíquica em qualquer idade. Ela tem efeitos benéficos diretos e indiretos para prevenir e retardar as perdas funcionais do envelhecimento, reduzindo o risco de enfermidades e transtornos freqüentes na terceira idade (POLIDORI; MECOCCI; CHERUBINI, 2000).

Um programa de exercícios deve promover a melhoria da capacidade física do indivíduo intervinda sobre os efeitos deletérios resultantes do processo de envelhecimento.

Segundo Silva (1999) a adoção de um estilo de vida não sedentário, calçado na pratica regular de atividade física, encerra a possibilidade de desenvolvimento da maior parte das doenças crônicas degenerativas, além de servir como elemento promotor de mudanças com relação a fatores de risco para inúmeras outras doenças.



 
 
 

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